Além do termo “cringe”, o que os millennials podem aprender com a geração?

Além do termo “cringe”, o que os millennials podem aprender com a geração?

Durante a semana, acompanhamos o debate entre os millennials (nascidos entre 1980 e 1994) e Geração Z (que chegaram ao mundo entre 1995 e 2010), tudo em volta do termo “cringe” – “vergonha alheia” , que bombou em todas as redes sociais e, somente no Google, foi registrado um aumento de 500% de pesquisas sobre o seu significado.

Mas falar de ambas as gerações é muito complexo, principalmente se tratando de comportamento na internet – e talvez esse tenha sido o gatilho para a discussão. De acordo com o empresário e especialista em reputação digital Fred Furtado, o “embate” entre as gerações nas redes sociais não teve fundamento, visto que para julgar como um age no meio online, o fator principal a ser levado em consideração são as épocas vividas.

“Será diferente, porque tivemos criações e vivemos em momentos diferentes da vida. Se tratando da internet, os millennials pegaram o início e fizeram parte da ascensão do digital, enquanto que os da geração z pegaram o projeto pronto e está aperfeiçoando o meio”, disse.

Exemplificando de maneira simples, o especialista compara a situação como uma obra. “Um pedreiro entende da fundação de uma casa que construiu. Quem for morar nela e quiser fazer reformas, vai descobrir como é a estrutura, logo vai querer aperfeiçoar seu espaço. Posteriormente, quando o pedreiro voltar ao local e ver tudo modificado, pode ser motivo de estranheza a princípio, mas logo vai se adaptar”, explica.

E falando da rede online, o qual é um grande e vasto campo, Fred fala que é possível ambas as gerações conviverem e aprenderem uma com a outra. “As pessoas usam as redes sociais para tudo, mas em suma elas foram criadas para nos relacionarmos uns com os outros e criarmos interlocuções, e cada um encontra sua maneira para fazer isso”.

“Todas as redes sociais foram criadas para estabelecer relações sociais, mas o que vejo é que hoje em dia há uma busca constante e ferrenha por audiência, o qual os millennials imitam os mais jovens nas redes para se adequar, mas acabam recebendo críticas por não se encaixar. Então, o que existe é a busca por audiência que não é a dele. Não sendo verdadeiro, não transmite essência. Nisso, os da geração z podem ajudá-los a serem autênticos e criarem o próprio espaço”, finaliza.

Capi
A autora

Capi

A Capi nasceu em 2020 no parque Barigui em uma família de capivaras, mas viu que o seu negócio mesmo não é caçar e nem procriar, é FOFOCAR. Teve sucesso muito cedo e agora, além de com  DJ oficial da RIC FM ela passa está sempre nas nossas redes sociais contando as maiores tretas dos famosos no quadro Capi Indelicada! Vem conhecer a Capi no @radioricfm no Instagram e no Facebook 😉

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